19 Junho 2024, Quarta-feira

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Tradição centenária Círio dos Marítimos regressou após três anos de interregno

Tradição centenária Círio dos Marítimos regressou após três anos de interregno

Tradição centenária Círio dos Marítimos regressou após três anos de interregno

Festa tem sido mantida pelos marítimos ou barqueiros e seus descendentes que, através da tradição oral, a mantiveram viva

 

A tradição centenária religiosa Círio dos Marítimos de Alcochete, no distrito de Setúbal, interrompida durante três anos devido à pandemia de covid-19. Começou a realizar-se neste sábado e decorrerá até amanhã.

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Segundo uma nota de imprensa da autarquia, a devoção a Nossa Senhora da Atalaia, na ermida erigida no monte da Atalaia, situada no limite geográfico do concelho do Montijo com o de Alcochete, mantém viva uma tradição dos alcochetanos com mais de cinco séculos de história.

Alicerçada nas raízes marítimas desta população que durante anos encontrou no Tejo o seu sustento, esta festa tem sido mantida pelos marítimos ou barqueiros e seus descendentes que, através da tradição oral, a mantiveram viva.

As festividades começaram no sábado, prolongando-se por mais três dias numa sequência de momentos de devoção e convívio, que anualmente reúnem centenas de pessoas, naquela que é a festa mais antiga de Alcochete.

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O início das festividades é marcado pela música do “Chininá”, nome dado aos tocadores de gaita-de-foles e caixa, que percorre as ruas da vila, no sábado de Páscoa, anunciando a todos a realização de mais um Círio dos Marítimos de Alcochete, enquanto o fogueteiro lança foguetes ao ar.

Na tarde de domingo de Páscoa realizou-se o primeiro cortejo do Círio, um desfile de solteiras e casadas, montadas em burros, que percorre também as principais ruas da vila de Alcochete hoje, após a arrematação de 168 bandeiras, que têm estampadas a figura de Nossa Senhora da Atalaia e de cinco fogaças (bolo tradicional).

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