31 Janeiro 2023, Terça-feira
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Alcochete não aumenta preços da água em 2023

Fernando Pinto afirma que a gestão municipal vai assumir taxa de inflação para que a mesma não pese nas famílias

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O fornecimento de água, recolha de águas residuais e resíduos vai manter-se em 2023 com os mesmos preços de 2022. O ‘congelamento’ do tarifário foi aprovado, pela maioria socialista, na reunião de câmara de 21 de Dezembro, com os eleitos da CDU a absterem-se.

A governação socialista alegou que a decisão de manter o tarifário tem em atenção a actual conjuntura económico-social nacional e mundial, que espera uma “taxa de inflação na casa dos 4% para 2023”, apontou o presidente da Câmara Municipal, Fernando Pinto. “Não vamos seguir a taxa de inflação”, afirmou, ao mesmo tempo, considerou que esta é “uma grande medida de acção social junto das famílias”, e sublinhou que “o município de Alcochete, no conjunto dos municípios do distrito de Setúbal, tem o tarifário mais baixo”.

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Por sua vez o vereador socialista Pedro Lavrado, responsável pelo pelouro das Águas e Saneamento, salientou também que “por opção do executivo municipal não foi reflectido no tarifário o aumento previsto da inflação, assim como “não foi reflectido o aumento dos custos que o município está a ter com o aumento dos custos da energia e dos combustíveis”. “Vivemos tempos difíceis, tempos de grande incerteza e por este motivo decidimos não fazer qualquer alteração ao tarifário”, disse.

Com isto, deixou claro que os aumentos que “deveriam ser reflectidos no consumidor”, por opção do executivo, vão ser assumidos pelo município. E o mesmo vai acontecer com a Taxa de Gestão de Resíduos que é paga pelo município, por tonelada, à Agência Portuguesa do Ambiente para o fundo ambiental, e que em 2022 tem o valor de 22 euros por tonelada, valor este que não tinha sido alterado em relação ao ano anterior.

Em 2023, este valor irá aumentar para 25 euros por tonelada, sendo que “o município irá suportar o encargo e não o reflectir nos consumidores”, avançou Pedro Lavrado.

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A abstenção dos eleitos da CDU foi acompanhada por uma declaração de voto onde consideram que as tarifas podem ser “ainda mais reduzidas”, inclusivamente no consumo de baixo consumo. “A actual maioria tem condições financeiras para rever o tarifário em baixa”, leu o vereador Jorge Giro na respectiva declaração. “Em 2022 o executivo subiu os escalões e a CDU votou contra esse tarifário”, lembrou.

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