17 Maio 2022, Terça-feira
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Município de Alcácer do Sal aprova pesar pelo falecimento de Veríssimo Marçano

Figura do associativismo tinha 85 anos de idade e quase 40 de dedicação às colectividades

 

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A Câmara Municipal de Alcácer do sal aprovou ontem um voto de pesar pelo falecimento de Veríssimo Marçano, uma figura reconhecida pela ligação ao movimento associativo.

O texto do voto de pesar, proposto pela CDU, destaca os “vastos anos” dedicados ao associativismo.

“Faleceu no passado dia 6 de Março, o senhor Veríssimo Marçano, com 85 anos de idade, 38 dos quais dedicados ao voluntariado associativo, entre as diversas colectividades e associações destaca-se a Sociedade Filarmónica Visconde de Alcácer, os Bombeiros Voluntários de Alcácer do Sal e a Associação Unitária de Reformados, Pensionistas e Idosos do Concelho de Alcácer do Sal”.

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“Entre 1958 a 1960 desempenhou funções como 2.º sargento integrado no Batalhão Militar da Estremadura na Índia em Margão. Frequentou o curso de Regente Agrícola entre os anos de 1970/1973 tendo ingressado ainda em 1973 na Direcção Geral das Florestas como Engenheiro Técnico Agrário”.

“Em 1991 foi distinguido com a medalha de Serviços Distintos – Grau Prata, pela Liga dos Bombeiros Portugueses”, refere o voto de pesar aprovado.

O PS associou-se à decisão com a vereadora Clarisse Campos a recordar o percurso de Veríssimo Serrão como o de “uma vida dedicada á comunidade e ao movimento associativo, nos últimos anos mais na área social e aos idosos”.

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A autarquia aprovou também a abertura de concurso público para a construção do futuro centro náutico, que tem a designação de centro de Apoio à Divulgação e Fruição do rio Sado.

A empreitada, no valor de 562 mil euros, tem um prazo de execução de 270 dias, prevendo-se que a obra comece este ano e termine em 2023. Na mesma reunião, o presidente da Câmara deu conhecimento do relatório da acção de controlo feita pela Inspecção-Geral de Finanças (IGF) ao município, informando que há aspectos no documento que o executivo contesta.

Vítor Proença admitiu a hipótese de a contestação do município ao relatório da IGF ter de ser dirimida pelo Tribunal de Contas. Por parte do PS, Gabriel Geraldo classificou como “graves” alguns dos aspectos constantes no relatório.

Família refugiada da Ucrânia a caminho da cidade

Alcácer do Sal prepara-se para receber uma família de ucranianos, refugiados da guerra, que está “a chegar” ao concelho. A informação foi revelada pela vereadora Vera Letras (CDU) que explicou ainda que esta família não precisa de alojamento, por ser das que contam com familiares em Portugal, mas que receberá apoio noutros domínios, incluindo de um tradutor.

A acção de auxílio é desenvolvida pelo Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes (CLAIM) que vai receber um apoio municipal de 5 000 euros. “Estamos disponíveis para apoiar a nível de transporte e alimentação, em articulação com outras entidades”, referiu ainda a eleita comunista.

Polémica PS acusa CDU de postura “não democrática e inaceitável”

A guerra na Ucrânia acabou por estar no centro de um momento de tensão entre CDU e PS. A socialista Clarisse Campos pretendia apresentar uma moção de “repúdio pela invasão russa e solidariedade para com o povo ucraniano”, mas o presidente disse que tal não poderia ser feito no período de antes da ordem do dia.

Segundo Vítor Proença (CDU) a moção deveria ter sido enviada antecipadamente, para inclusão na ordem de trabalhos da reunião. A inclusão da moção foi votada, tendo sido recusada com os votos da maioria comunista.

O PS contestou essa interpretação, considerando tratar-se de um “desrespeito” pelo regimento da Câmara Municipal e emitiu uma nota de imprensa, após a reunião, em que acusa a CDU.

“Esta atitude, além de autoritária é ilegal”, escreve o PS, concluindo que a CDU optou por “uma postura não democrática e inaceitável que visa não ter de tomar uma posição publica contra a ofensiva militar russa”.

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