19 Junho 2024, Quarta-feira

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Alentejo litoral vai contar com 151 operacionais e um helicóptero para combate a fogos na fase crítica

Alentejo litoral vai contar com 151 operacionais e um helicóptero para combate a fogos na fase crítica

Alentejo litoral vai contar com 151 operacionais e um helicóptero para combate a fogos na fase crítica

Concelho de Odemira, Cercal do Alentejo (Santiago do Cacém), Serra de Grândola e Mata de Vale Verde (Alcácer do Sal) inspiram mais atenções

O dispositivo de combate a incêndios no litoral alentejano vai mobilizar este ano, na fase mais critica, 151 operacionais, apoiados por 33 veículos e um meio aéreo, disponível já a partir de Junho, revelou a Protecção Civil.

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Tiago Bugio, comandante Sub-Regional de Emergência e Protecção Civil do Alentejo Litoral, explicou à agência Lusa que, este ano, há um “acréscimo de praticamente 20% de operacionais em relação ao ano transacto”.

“Temos um dispositivo especial de combate a incêndios rurais, mais musculado do que no ano passado, face ao empenhamento do comando sub-regional e dos corpos de bombeiros na formação de mais profissionais”, afirmou.

O responsável indicou que, desde 2022, o número de operacionais disponíveis para o combate a incêndios tem vindo a aumentar nesta zona alentejana. “Com o ingresso de mais 68 profissionais este ano, além dos 26 bombeiros em 2023, já temos mais disponibilidade de operacionais e, consequentemente, mais resposta”, precisou.

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Para o nível “Bravo”, que arrancou na quarta-feira passada e vai decorrer até ao final deste mês, o litoral alentejano vai contar com “oito equipas de combate a incêndios e oito equipas de apoio logístico”, num total de 56 operacionais, apoiados por 16 veículos.

No nível “Charlie”, entre 1 e 30 de Junho, “há um aumento” no dispositivo, que passa a contar com “10 equipas de combate a incêndios e oito equipas de apoio logístico”, num total de 66 operacionais e 18 veículos. Nesta fase, o dispositivo é reforçado com um “helicóptero ligeiro” que, a partir de 1 de Junho e até 15 de Outubro, ficará sediado em Grândola.

Para o período mais crítico (Julho, Agosto e Setembro), esta sub-região irá mobilizar “13 equipas de combate a incêndios, com 65 operacionais, e oito equipas de apoio logístico, com 16 operacionais”, apoiados por 33 veículos. A estes juntam-se “as Equipas de Intervenção Permanente e os Sapadores Florestais”, o que perfaz um total de 151 operacionais.

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Este ano, o dispositivo conta com dois novos veículos florestais de combate a incêndios, que foram atribuídos às corporações de Odemira e Alcácer do Sal. “Até 31 de Outubro mais seis novos veículos serão entregues à sub-região do Alentejo Litoral”, adiantou Tiago Bugio.

O responsável apontou apontou “o concelho de Odemira, a zona de Cercal do Alentejo [no concelho de Santiago do Cacém], a Serra de Grândola e a Mata de Vale Verde [no concelho de Alcácer do Sal]” como os pontos mais críticos daquele território.

A sub-região do Alentejo Litoral tem uma área de 531 mil hectares e conta com 100 mil habitantes.

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