Presidente do Racing Power acusada de agredir agente da arbitragem em Guimarães

Presidente do Racing Power acusada de agredir agente da arbitragem em Guimarães

Presidente do Racing Power acusada de agredir agente da arbitragem em Guimarães

O jogo de futebol feminino entre o Vitória SC e o Racing Power, realizado no sábado em Guimarães, relativo à 6.ª jornada da Liga BPI, ficou marcado por uma agressão da presidente do Racing Power à 4.ª árbitra.

A presidente do Racing Power, foi expulsa da partida por ordem da equipa de arbitragem após protestar fora da área técnica, ao abandonar o relvado, a dirigente confrontou e empurrou a 4.ª árbitra. O momento foi captado em vídeo e gerou uma onda automática de repúdio, incluindo comunicados oficiais de indignação emitidos por núcleos de árbitros.

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O clube reconheceu existiu um empurrão e explicou que a presidente Mariana Duarte foi expulsa por sair da área técnica e que o “contacto físico com um elemento da equipa de arbitragem” aconteceu quando ela se preparava para abandonar o relvado.

De acordo com a versão do clube, o empurrão aconteceu “na sequência de um bloqueio à passagem” exercido pela equipa de arbitragem, enquanto a dirigente tentava sair.

O Racing Power queixou-se da atuação da arbitragem momentos antes da expulsão. O clube alega que os ânimos se exaltaram porque uma jogadora da equipa necessitava de assistência médica urgente. Apesar dos vários pedidos de atletas e do banco de suplentes para parar a partida, a equipa de arbitragem não interrompeu o jogo de imediato para permitir a entrada dos médicos.

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O clube repudia expressamente qualquer forma de agressão física, não compactuando com comportamentos que contrariem os princípios de respeito que devem orientar o desporto. Da mesma forma, não aceitará que a existência de um episódio seja utilizada para descontextualizar os acontecimentos anteriores ou para alimentar narrativas que não correspondam à sua totalidade.

O Racing Power encontra-se a desenvolver, através dos meios jurídicos competentes, todas as diligências ao seu alcance para apurar integralmente os factos, analisar os elementos disponíveis e defender a honra, a dignidade e a integridade institucional do clube.

O SETUBALENSE tentou contactar Mariana Duarte no sentido de obter mais informações sobre o assunto, mas não obteve resposta em tempo útil.

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