26 Junho 2024, Quarta-feira

- PUB -
Crowdfunding. Jornal apela aos leitores e à comunidade na recta final da campanha

Crowdfunding. Jornal apela aos leitores e à comunidade na recta final da campanha

Crowdfunding. Jornal apela aos leitores e à comunidade na recta final da campanha

A menos de três semanas do final ainda faltam 13 mil euros

 

A campanha de crowdfunding, recolha de fundos, que O SETUBALENSE tem em curso, já entrou na recta final e ainda faltam um pouco mais de 13 mil euros para que seja atingido o objectivo, pelo que o jornal apela à participação dos leitores e da comunidade em geral.

A iniciativa, que visa obter 30 mil euros para assegurar a publicação regular do jornal, neste período de pandemia, termina no dia 2 de Junho, e até ontem tinha angariado 16.271,38 euros. Faltam 13.728,62 euros para atingir o objectivo.

- PUB -

Para fazer a sua contribuição entre na plataforma PPL Crowdfunding Portugal – no link ppl.pt/causas/osetubalense –, ou ligue 265 094 354.

A publicação de 22 edições mensais e a manutenção de toda a actividade editorial, também nos meios digitais, tem um custo mensal de quase 50 mil euros, que é suportado, exclusivamente pela receita de venda de publicidade e de jornais nas bancas. Estas receitas caíram fortemente devido à pandemia pelo que, O SETUBALENSE lançou o crowdfunding, no início de Abril, pedindo aos leitores e à comunidade que ajudem com cerca de 30% dos custos mensais. A campanha tem o objectivo de recolher 15 mil euros por mês durante dois meses, num total de 30 mil euros.

Até à data participaram quase uma centena de apoiantes, sobretudo particulares – muitos deles anónimos – e também várias empresas, a maioria das quais apoiou com aquisição de publicidade.

- PUB -

As pessoas colectivas que já participaram são uma multinacional de Setúbal, que prefere não ser identificada, que contribuiu com 6 mil euros, a Ambilital, CVRPS, Amagra, Rari – Construções Metálicas, uma empresa portuária que prefere não ser identificada, a EDP Distribuição, Oculista Ideal da Moita, a Papelaria Mota e o Clube da Arrábida.

Até agora, os montantes mais elevados doados directamente na plataforma foram os da Fundação Buehler-Brockaus (2.000 euros) e de um empresário sadino que quer manter anonimato (mil euros).

O jornal agradece reconhecidamente a todos os que têm contribuído e vai continuando a dar informação diária sobre o desenrolar da campanha.

Partilhe esta notícia
- PUB -

Notícias Relacionadas

- PUB -
- PUB -