Rodrigo Geraldo: “Os jogadores sabem a responsabilidade e privilégio que têm por representar o Vitória”

Rodrigo Geraldo: “Os jogadores sabem a responsabilidade e privilégio que têm por representar o Vitória”

Rodrigo Geraldo: “Os jogadores sabem a responsabilidade e privilégio que têm por representar o Vitória”

No atual plantel do Vitória, Rodrigo Geraldo, de 21 anos, é, a par de Rodrigo Gomes, Diogo Martins e André Gomes, um dos elementos que fez parte da sua formação no clube setubalense. Depois de ter representado o Alcochetense na temporada transata, o jovem atleta voltou em 2026/27 a vestir a camisola que já tinha envergado entre 2018 e 2023, ano em que rumado à cidade de Viseu para representar os sub-23 do Académico local.

Três meses depois de ser oficializado como reforço no Bonfim, o extremo assegura que no seio do grupo todos os elementos que integram o plantel estão cientes do privilégio que é trazer ao peito um símbolo como o do Vitória. “Os jogadores sabem a responsabilidade e privilégio que têm por representar este clube. Sabemos a entidade que representamos, a cidade, a massa adepta exigente que temos. Para nós, atletas, tem que ser um privilégio jogar no Vitória”, vincou.

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Nas declarações que prestou aos canais de comunicação do clube na passada semana, aquando da antevisão ao embate da 6.ª jornada da série 4 do Campeonato de Portugal frente ao 1.º Dezembro, Rodrigo Geraldo não escondeu que sente um acréscimo de responsabilidade na tentativa de incutir em quem chega pela primeira vez ao clube o que representa jogar no Vitória.

“Sinto que tenho a responsabilidade de passar a grandiosidade do Vitória aos jogadores que chegaram. No entanto, quando um jogador entra nos túneis do Bonfim, quando entra neste estádio, neste balneário, basta olhar à sua volta e perceber a grandeza que este clube tem, a quantidade de títulos, a quantidade de finais e os palcos por onde jogou e os adversários que defrontou”, sublinha.

Suplente utilizado nos últimos dois jogos disputados pelos sadinos – eliminação da Taça de Portugal com o União da Serra no desempate por penáltis e, no domingo, derrota no campeonato com o 1.º Dezembro –, Rodrigo Geraldo confessa que as horas que se seguem aos resultados negativos são sempre complicadas de gerir. “Para mim e para o grupo, o dia da derrota e o pós-jogo foram difíceis”.

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Para todos os que estão no Vitória, o atacante afirma que existe a obrigação de dar sempre tudo para fazer jus aos quase 116 anos de história do emblema setubalense. “Tendo em conta o clube que representamos nós temos que entrar em todos os jogos para ganhar. Quando isso não acontece, é frustrante”, admite o atleta que contabiliza até ao momento cinco jogos esta época (quatro no campeonato e um na Taça de Portugal).

Já a pensar no próximo compromisso – encontro da 7.ª jornada do campeonato, no Bonfim, diante do GD Lagoa –, o extremo partilha um pensamento que lhe traz motivação para o duelo que se realiza domingo. “O futebol e a vida têm uma coisa boa, que é no dia a seguir termos uma nova oportunidade de dar a resposta”, disse, garantindo que o foco da equipa está na conquista dos três pontos na receção aos algarvios.

Tal como tinha feito na semana anterior, quando fez a antevisão ao jogo com o 1.º Dezembro, Rodrigo Geraldo sublinha a importância do 12.º jogador em todos os jogos que a equipa venha a realizar. Por esse motivo, não se coíbe de lançar um repto aos vitorianos. “Contamos com os adeptos, que estão sempre connosco, para no domingo, no jogo ao campeonato, conquistarmos a vitória”.

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Quando no passado mês de julho foi oficializado pelo Vitória como reforço, o atacante explicou os motivos que o levaram a aceitar o repto de voltar a casa. “Voltei porque o Vitória é um clube que me diz muito, Setúbal também é uma terra que me diz muito, este é um clube e um emblema que amo. Portanto, só posso estar grato e muito motivado para trabalhar e poder ajudar este clube a conquistar coisas muito bonitas”.

Questionado na altura sobre as metas que gostaria de atingir no Bonfim, o atleta foi célere na resposta. “Os meus principais objetivos são evoluir diariamente, trabalhar, ajudar os meus colegas e estes adeptos, bem como toda a estrutura. Em suma, quero ser mais um para ajudar o clube”, disse, lembrando que com cerca de 13/14 anos ingressou no Vitória para integrar o plantel de sub-15.

Cuca: “Faltou-nos impor e fazer o nosso jogo”

O experiente médio Cuca, último reforço a chegar ao plantel setubalense, foi o porta-voz dos jogadores vitorianos após a derrota (1-0) de domingo com o 1.º Dezembro. O atleta, de 35 anos, foi direto na análise que fez à partida, considerando que a equipa deveria ter feito melhor. “É uma derrota pesada, que não faz parte dos objetivos que temos. O adversário fez o jogo dele, apostando num jogo muito direto. Faltou-nos impor e fazer o nosso jogo”.

Com passagem pelo principal escalão do futebol português e 14 vezes internacional por Cabo Verde, Cuca mostra-se otimista na recuperação. “Agora resta-nos refletir e começar já a trabalhar para preparar o próximo jogo [receção ao Lagoano domingo]. É um jogo em casa importantíssimo e tenho a certeza que vamos conseguir sair desta situação e dar a alegria que o Vitória merece”.

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