Paulo Martins: “Não tenho palavras para aquilo que os jogadores fizeram pelo clube”

Paulo Martins: “Não tenho palavras para aquilo que os jogadores fizeram pelo clube”

Paulo Martins: “Não tenho palavras para aquilo que os jogadores fizeram pelo clube”

Após a conclusão da 30.ª e última jornada do Campeonato da I Divisão da AF Setúbal, prova em que o Vitória se sagrou campeão invicto, o treinador setubalense Paulo Martins não conseguiu esconder a emoção de ter contribuído para o regresso do clube aos nacionais. “Estou muito comovido, porque este clube não merecia o que lhe aconteceu, mas muito feliz também por ter retirado o Vitória da situação em que estava”.

Após a goleada 4-0 de domingo sobre o Fabri, no derradeiro jogo do campeonato, o técnico, de 48 anos, que há um ano já tinha subido os sadinos da II à I Divisão distrital, estava radiante. “Estou muito feliz por caber a mim ficar na história do Vitória ao retirá-lo destas provas, que não são nada condizentes para um clube desta dimensão”, disse, não poupando elogios ao grupo de trabalho que voltou a fazer história.

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“Sobre os jogadores, não tenho palavras para aquilo que fizeram pelo clube estes dois anos. Foram fantásticos. Conseguimos levar o barco a bom porto e ao olharmos esta época, constatamos que tivemos o melhor ataque (68 golos) e defesa (19 sofridos), ganhámos a todas as equipas, invictos (24 triunfos e seis empates em 30 jornadas), e igualámos o maior recorde de pontos (78) havia na Distrital”.

Paulo Martins não esqueceu quem esteve ao lado do plantel durante o percurso feito, fazendo questão de partilhar o êxito com os vitorianos. “Quero agradecer à nossa massa associativa, foram fantásticos, empurraram-nos muitas vezes, quando as coisas não estavam fáceis. Os adeptos também estão de parabéns porque foram anos muito difíceis a ver o Vitória na Distrital”, vincou.

O timoneiro dos sadinos, que antes de assumir há dois anos o leme da equipa principal tinha sido adjunto de José Pedro no Campeonato de Portugal (2023/24) e comandado a equipa B (2020/21 a 2022/23), está ciente de que a queda do clube no abismo foi crucial para estar na posição em que se encontra. “Nasci em Setúbal e tenho completa noção que tive a oportunidade de treinar o Vitória, porque o clube caiu nestas divisões, mas estou muito feliz por ter tirado o Vitória desta situação e voltar aos campeonatos nacionais”.

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O técnico bicampeão pela equipa principal aponta agora o foco para a conquista da ‘dobradinha’ no domingo, dia em que o Vitória discute a final da Taça AFS com o Olímpico do Montijo. “Cumprimos os objetivos internos que tínhamos, agora falta só um, que é no fim de semana”, disse, referindo que independentemente do que suceda na Cova da Piedade “nada vai defraudar aquilo que a equipa fez este ano”.

Notícia corrigida às 16h15 de 2 de junho de 2026. Nome do treinador corrigido

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