“É uma sensação única voltar a jogar e marcar o primeiro golo pelo Vitória”

“É uma sensação única voltar a jogar e marcar o primeiro golo pelo Vitória”

“É uma sensação única voltar a jogar e marcar o primeiro golo pelo Vitória”

Quatro meses e meio depois de ter integrado um onze inicial do Vitória pela última vez, o defesa Pedro Farrim voltou no domingo a ser titular. O regresso correu de feição ao atleta, de 26 anos, que abriu caminho ao triunfo (3-0) que os sadinos alcançaram, no Estádio do Bonfim, sobre o Cova da Piedade, em partida da 20.ª jornada do Campeonato da I Divisão da AF Setúbal.

Pedro Farrim não conseguiu esconder a sua felicidade pelo regresso à competição depois de uma lesão lhe ter permitido atuar um único minuto entre os meses de novembro e fevereiro. “Depois de estar tanto tempo sem jogar, após muito trabalho e resiliência, é uma sensação única voltar a jogar e marcar o primeiro golo pelo Vitória”, disse o jogador que já alinhado nos últimos sete minutos no duelo da ronda anterior em Palmela.

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Antes dos duelos da 19.ª e 20.ª jornada com o Palmelense e Cova da Piedade, respetivamente, o defesa não atuava desde 26 de outubro quando os sadinos ganharam (2-1) em casa ao vizinho de Palmela, a contar para a 4.ª ronda. Daí para cá, apesar de ter tido algumas presenças como suplente, o reforço que chegou a Setúbal no início da temporada não tinha até à semana passada voltado a dar o seu contributo à equipa.

No rescaldo do seu regresso, o jogador, que foi uma das figuras do encontro ao apontar o 1-0 que lhe valeu a estreia a marcar pelos verdes e brancos, fez questão de deixar umas palavras de agradecimento aos que estiveram ao seu lado nos últimos meses. “O grupo de trabalho, a equipa técnica, a direção foram fantásticos e ajudaram-me muito nesse período de ausência em todos os aspetos”.

Sobre a conquista dos três pontos diante dos piedenses, que mantêm os vitorianos na liderança da tabela, agora com 51 pontos (mais oito que o 2.º classificado Olímpico do Montijo), Pedro Farrim considera o desfecho natural do trabalho efetuado. “Este resultado e o facto de as coisas terem corrido bem hoje, é muito reflexo daquilo que nós todos fizemos para termos sucesso neste jogo”.

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O defesa, que ocupou no onze o lugar do habitual titular Tomás Piedade, central que se lesionou no treino da passada sexta-feira, fez também questão de reconhecer a importância dos vitorianos desde o arranque da época. “Quero agradecer a todos os que têm estado connosco e aos adeptos que estiveram connosco neste jogo. Vamos procurar manter o foco, pensar um jogo de cada vez”, assegurou.

Apresentado como reforço dos sadinos em julho de 2025, o atleta nascido em Almada a 6 de Junho de 2000 iniciou o seu percurso no futebol no Amora FC, clube em que atuou entre 2008 e 2010, ano em que se mudou para o Benfica. Depois da experiência com as águias no Seixal, seguiu-se entre 2011/12 e 2013/14 o Belenenses. Já como sub-15, Pedro Farrim trocou o Restelo por Guimarães, cidade em que alinhou pelo Vitória de 2014/15 até 2017/18 (sub-19).

Depois da cidade Berço, o defesa abraçou aquela que seria a sua primeira experiência internacional. Em Itália o seu destino foi o Chievo, emblema onde esteve nas duas temporadas seguintes. Em 2020/21 regressa a Portugal para representar o Amora, clube onde tinha iniciado o seu percurso e onde permaneceu duas épocas. Em 2022/23 mudou-se para o Real SC e no ano seguinte surgiu a oportunidade de jogar nos arménios do FC Noah.

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Depois de ter estado na Arménia, Farrim voltou a Portugal para ingressar no Vitória. Na altura, o central explicou as razões pelas quais aceitou o repto de rumar ao Bonfim. “O que me motivou mais a aceitar este desafio foi, sem dúvida, jogar por este grande clube, pela sua história e pela massa associativa de adeptos que tem à sua volta”, sublinhou aos canais de comunicação do clube.

Nas declarações prestadas na Praça de Bocage já a envergar a camisola verde e branca, o reforço explicou o que significa para si vestir de verde e branco. “Sem dúvida que vestir esta camisola tem um peso muito importante porque carrego nela os adeptos e a cidade. Sinto que tenho a pressão de conseguir pôr este clube onde merece estar. Por isso, sinto que por esta camisola, mesmo não sendo de Setúbal, já me sinto um setubalense”.

Diogo Conceição aponta ao título

Quem também se estreou nos golos no domingo ao serviço dos vitorianos foi o médio Diogo Conceição, autor do 2-0 aos piedenses. “Ter sido eu a marcar um golo não é mais importante. É importante, sim, marcarmos, mas nunca quem marca. O essencial mesmo é não sofrermos porque se o fizermos, estamos mais perto de ganhar. O ponto fundamental é esse, não sofrer, fazer um golo pelo menos, e conseguir os três pontos para que possamos ser campeões”, vincou o jogador, de 29 anos.

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