Fornecimento de água potável restabelecido no domingo em Cercal do Alentejo

Fornecimento de água potável restabelecido no domingo em Cercal do Alentejo

Fornecimento de água potável restabelecido no domingo em Cercal do Alentejo

Os resultados das análises” impediram o consumo de água aos moradores na vila de Cercal do Alentejo, num total de 10 dias consecutivos

O fornecimento de água para consumo humano na vila de Cercal do Alentejo, concelho de Santiago do Cacém, foi retomado no domingo, avançou hoje à agência Lusa o presidente da junta de freguesia, Carlos Rodrigues.

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De acordo com o autarca, a restrição ao consumo de água foi levantada, cerca das 17:00 de domingo, pela empresa Águas Públicas do Alentejo (Agda), Câmara de Santiago do Cacém, no distrito de Setúbal, e delegado de saúde, depois das análises “se terem revelado conformes”.

“O abastecimento já estava a ser feito, mas os resultados das análises” impediram o consumo de água aos moradores na vila de Cercal do Alentejo, num total de 10 dias consecutivos.

A falta de água nas torneiras deveu-se a uma avaria na zona da Bica Santa, principal fonte de captação e de abastecimento de água à população daquela vila, no passado dia 23 de janeiro, e cuja reparação sofreu diversos atrasos. 

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Essa avaria comprometeu o abastecimento público aos cerca de 1.500 habitantes da povoação, que estiveram 10 dias privados do fornecimento de água potável.

Questionado sobre possíveis prejuízos causados pela falta de água em alguns espaços comerciais, o autarca disse que “as máquinas [de café] que precisam da pressão da rede para funcionar são em número muito reduzido”, tendo a maior parte funcionado, com recurso a garrafões.

Para esses casos, indicou, “houve sempre água potável disponível, com o fornecimento dos bombeiros” de Cercal do Alentejo.

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“Foi um pouco complicado porque as cantinas estavam em funcionamento, mas com o fornecimento de água e a prontidão do plano que executámos não houve complicações, nem as refeições das crianças foram afetadas”, garantiu.

Também houve casos pontuais de pessoas que, “por desconhecimento ou falta de comunicação”, consumiram água da rede, durante este período, revelou o autarca, acrescentando que as análises não apresentavam parâmetros preocupantes “a nível microbiológico”.

Segundo Carlos Rodrigues, os constrangimentos foram minimizados graças a uma “linha de captação de água” de um “poço próximo” da fonte principal – a Bica Santa – e com recurso a cisternas dos bombeiros locais.

Está em estudo, pela Agda, a colocação em serviço de um terceiro furo, que “não tem alimentação elétrica e hidráulica”, com o objetivo de dotar a vila com “três pontos de captação” de água.

Este novo furo “é fundamental” porque, em caso de “manutenção ou avaria” na zona de captação principal, “consegue-se abastecer” a vila “sem qualquer restrição”, sublinhou o autarca.

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