Arranque da urgência regional em Setúbal aguarda promulgação da legislação

Arranque da urgência regional em Setúbal aguarda promulgação da legislação

Arranque da urgência regional em Setúbal aguarda promulgação da legislação

Diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde garante que assim que a legislação seja publicada os planos irão “avançar a qualquer momento”

O diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) afirmou que aguarda a promulgação da legislação para o início da urgência regional na Península de Setúbal, que junta três hospitais.

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“Estamos à espera da promulgação da legislação necessária. Só depois da legislação ser publicada é que poderemos avançar com esses planos, mas será a qualquer momento”, afirmou Álvaro Almeida.

O diretor executivo falava aos jornalistas à saída do Hospital de São Teotónio em Viseu, na Unidade Local de Saúde (ULS) Viseu Dão-Lafões, no âmbito de visitas que está a fazer aos serviços de urgência a propósito da epidemia de gripe.

Em 24 de outubro, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, tinha anunciado a aprovação por parte do governo do regime jurídico que cria as urgências regionais.

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A primeira seria na área de obstetrícia e ginecologia, na Península de Setúbal, no início de 2026, e juntaria os três hospitais dessa região: Setúbal, Barreiro e Almada.

Este regime, criado através de um decreto-lei, é para ser aplicado, “apenas e exclusivamente”, nas situações em que não está assegurada a continuidade da urgência por falta de recursos humanos, segundo a ministra.

Ana Paula Martins salientou, na altura, que os três hospitais da região da Península de Setúbal vão manter toda a atividade programada das maternidades e bloco de partos.

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No entanto, a urgência externa será centralizada no Hospital Garcia de Orta, referiu a ministra, salientando que essa centralização na Península de Setúbal teve por base um estudo técnico que indicou que o Hospital de Setúbal, que não terá urgências abertas para o exterior, fique a receber emergências referenciadas pelo INEM.

A criação destas urgências regionais é uma medida prevista no Programa do Governo.

Os hospitais da Península de Setúbal são os que têm registado maiores constrangimentos, devido à falta de profissionais para completarem as escalas de obstetrícia e ginecologia, levando ao recorrente encerramento temporário dos serviços de urgência.

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